Projetos inovadores trocam experiências de resgate à cidadania no Ceará
A política de estímulo à diversidade, em todas as suas formas, é hoje uma realidade nas instituições de ensino, públicas ou privadas do país. Representantes de diferentes entidades educacionais reunidos nesta sexta-feira (15/8), último dia da II Mostra Sistema FIESP de Responsabilidade Socioambiental, discutiram e trocaram experiências mútuas educacionais, orientadas para a sustentabilidade e o fomento às várias formas de linguagem.
Vanessa Palenostro, coordenadora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), conta que nas salas de aula da universidade baiana, existem pessoas de todas as classes sociais, raças e credos. Segundo ela, a idéia é de quebrar preconceitos. “Sempre temos um resultado muito bom porque diferentes experiências são trocadas”, disse ela.
Cláudia Lopes Mcclure, professora do Instituto FIEC (Federação das Indústrias do Estado do Ceará), disse em uma das mesas que “nossa função é conscientizar os jovens das classes A, B e média de que existe uma realidade, um cenário real. Mostramos como é a vida em uma comunidade carente, como vivem, as dificuldades que enfrentam essas pessoas”. Por meio de duas ações que incluem visitas escolas de comunidades carentes do interior do Ceará, alunos da rede particular ensinam e percebem o modo de vida de cada localidade enquanto isso alunos de graduação (Direito) oferecem orientação jurídica para as comunidades. Existe ainda o projeto que tenta difundir a cultura indígena. Além dos alunos também os professores participam dessa ação “Programa Formação Cidadã”.
O período da tarde deste último dia de Mostra ainda reserva palestras de outros casos inovadores e que trazem soluções criativas na questão sócio ambiental.
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